Terapia de reposição hormonal na menopausa: prós e contras

0Shares
Imagem desfocada de uma mulher passando um creme de reposição hormonal demonstrando que a terapia de reposição hormonal na menopausa não é mais um vilão na vida da mulher.

A terapia de reposição hormonal na menopausa costuma despertar muitas dúvidas, medos e até discussões acaloradas. De um lado, mulheres que sofrem com calorões, insônia, irritabilidade, dor nas relações e perda de qualidade de vida. De outro, o receio de aumentar o risco de câncer de mama, trombose ou problemas no coração.

Nos últimos anos, porém, o olhar da ciência sobre a terapia de reposição hormonal na menopausa mudou bastante. Hoje sabemos que, para muitas mulheres saudáveis, no período certo e com a indicação adequada, a terapia hormonal pode ser segura e muito eficaz. Neste artigo, vamos explicar de forma clara o que a ciência mais recente mostra sobre prós e contras, janelas de oportunidade, tipos de hormônios, cenário Brasil/EUA e alternativas para quem não pode usar hormônios.


O que é terapia de reposição hormonal na menopausa?

A terapia de reposição hormonal na menopausa, também chamada de terapia hormonal da menopausa (THM ou TRH), consiste no uso de estrogênio, associado ou não à progesterona, para aliviar os sintomas da queda de hormônios nessa fase da vida.

De forma geral, existem dois grandes grupos de terapia de reposição hormonal na menopausa:

  • Terapia hormonal sistêmica: hormônios que entram na circulação e agem em todo o corpo, como estrogênio em comprimidos, adesivos, géis ou sprays na pele.
  • Terapia hormonal local (vaginal): doses baixas de estrogênio aplicadas diretamente na vagina (cremes, comprimidos ou anéis vaginais), com absorção mínima para o resto do organismo.

É importante lembrar que a terapia de reposição hormonal na menopausa é um tratamento médico. Não é “vitamina”, nem deve ser iniciada por conta própria ou apenas por recomendação de amigas ou influenciadoras. A decisão precisa levar em conta histórico de saúde, exames, preferências da mulher e acompanhamento regular.


Benefícios da terapia de reposição hormonal na menopausa

Quando bem indicada, a terapia de reposição hormonal na menopausa é o tratamento mais eficaz para vários sintomas da transição menopausal e da pós-menopausa.

Alívio dos fogachos e suores noturnos

Os chamados sintomas vasomotores (calorões, ondas de calor, suores noturnos) são a principal indicação da terapia de reposição hormonal na menopausa. Os estudos mostram redução importante na frequência e intensidade desses episódios, o que melhora sono, disposição e bem-estar.

Sono, humor e concentração

Muitas mulheres relatam melhora do padrão de sono, redução de despertares noturnos e alívio de irritabilidade e oscilação de humor após iniciar terapia de reposição hormonal na menopausa. Em alguns casos, há também melhora da sensação de “névoa mental”, dificuldade de foco e memória.

Leia também: Névoa mental na menopausa: conheça as causas e como aliviar

Saúde dos ossos e prevenção da osteoporose

A queda de estrogênio acelera a perda óssea e aumenta o risco de osteoporose e fraturas. A terapia de reposição hormonal na menopausa ajuda a preservar massa óssea, especialmente quando iniciada nos primeiros anos após a última menstruação. Em algumas diretrizes, ela é considerada uma das estratégias para prevenção de osteoporose em mulheres de maior risco.

Qualidade de vida global

Quando sintomas intensos de menopausa atrapalham o trabalho, o sono, os relacionamentos e o autocuidado, a terapia de reposição hormonal na menopausa pode ter impacto positivo na qualidade de vida como um todo. O objetivo não é “voltar a ser como antes”, mas aliviar o sofrimento para que a mulher consiga viver essa fase de forma mais leve e ativa.

Ouça tambémHora da Menopausa EP 01 – Saúde cerebral e mental na menopausa: neste episódio, a Dra. Andressa Katiski e a Dra. Ana Bettega explicam o que acontece no cérebro durante a menopausa, por que sintomas como lapsos de memória, ansiedade e “névoa mental” são tão comuns e como construir, junto com o time de saúde, um plano de cuidado que pode incluir ou não terapia de reposição hormonal.


Riscos da terapia de reposição hormonal na menopausa

Assim como qualquer tratamento, a terapia de reposição hormonal na menopausa tem riscos e efeitos colaterais. Eles não são iguais para todas as mulheres e variam conforme:

  • Idade em que a terapia é iniciada.
  • Tempo desde a última menstruação.
  • Tipo de estrogênio e de progesterona.
  • Via de administração (oral, transdérmica, vaginal).
  • Duração do tratamento.
  • Presença de outras doenças (obesidade, hipertensão, trombofilia, etc.).

Terapia hormonal e risco de câncer de mama

Esse costuma ser o maior medo quando se fala em terapia de reposição hormonal na menopausa. De forma simplificada:

  • As combinações de estrogênio + progestagênio sintético, usadas por muitos anos, podem levar a um pequeno aumento de risco de câncer de mama, especialmente após 5 anos de uso contínuo.
  • O uso de estrogênio isolado (em mulheres que já retiraram o útero) não mostrou o mesmo aumento de risco nos grandes estudos. Em algumas análises de longo prazo, houve até discreta redução de risco, mas isso ainda é tema de debate.

Mais importante do que decorar números é entender o contexto: o risco absoluto para cada mulher depende da idade, do histórico de família, do tipo de hormônio e do tempo de uso. É por isso que a avaliação individual é essencial.

Risco de trombose e eventos cardiovasculares

Alguns tipos de terapia de reposição hormonal na menopausa, especialmente o estrogênio oral, podem aumentar o risco de trombose venosa (como trombose em perna ou embolia pulmonar) e de certos eventos cardiovasculares em mulheres mais velhas ou com múltiplos fatores de risco.

Por isso, muitas diretrizes atuais sugerem dar preferência ao estradiol transdérmico (adesivos, géis ou sprays) para mulheres com maior risco metabólico, obesidade, enxaqueca com aura ou histórico familiar importante de trombose.

Outros efeitos adversos

Entre os efeitos colaterais mais comuns da terapia de reposição hormonal na menopausa estão:

  • Sensibilidade ou dor nas mamas.
  • Pequenos sangramentos vaginais nos primeiros meses.
  • Retenção de líquido e sensação de inchaço.
  • Dor de cabeça.

Na maioria dos casos, esses efeitos são leves e podem ser manejados com ajuste de dose, mudança de via ou troca de combinação hormonal.


Tipos de terapia de reposição hormonal na menopausa

Nem toda terapia de reposição hormonal na menopausa é igual. A escolha da formulação, via e dose faz diferença tanto na eficácia quanto na segurança.

Estradiol oral

É a forma mais tradicional: comprimidos de estrogênio tomados por via oral. Embora sejam eficazes para os sintomas, o estrogênio oral passa primeiro pelo fígado, o que pode aumentar a produção de alguns fatores de coagulação e impactar o perfil de risco de trombose e metabolismo.

Estradiol transdérmico (adesivo, gel ou spray)

O estradiol aplicado na pele (transdérmico) é absorvido diretamente para a circulação, com menor impacto no fígado. Estudos sugerem que essa via está associada a menor risco de trombose venosa profunda quando comparada ao estrogênio oral, especialmente em mulheres com fatores de risco.

Por isso, para muitas pacientes, a terapia de reposição hormonal na menopausa com estradiol transdérmico é vista hoje como uma das opções mais seguras.

Progesterona micronizada e outros progestagênios

Mulheres que ainda têm útero não podem usar estrogênio isolado, pois isso aumentaria o risco de hiperplasia e câncer de endométrio. Por isso, a terapia de reposição hormonal na menopausa costuma combinar estrogênio com um progestagênio, que “protege” o endométrio.

Nos últimos anos, a progesterona micronizada (forma idêntica à progesterona produzida pelo corpo) ganhou destaque por apresentar um perfil mais favorável para mamas, coração e metabolismo quando comparada a alguns progestagênios sintéticos mais antigos. Ainda assim, a escolha deve ser individualizada.

Estrogênio vaginal de baixa dose

O estrogênio vaginal de baixa dose é usado principalmente para tratar:

  • Secura vaginal.
  • Dor nas relações sexuais.
  • Coceira, ardência e desconforto local.
  • Sintomas urinários relacionados à síndrome geniturinária da menopausa.

Nesse caso, a terapia de reposição hormonal na menopausa é mais localizada: a absorção sistêmica é mínima e o objetivo é tratar a mucosa vaginal e uretral. Em algumas situações, essa pode ser a única forma de estrogênio possível para mulheres com histórico de câncer de mama, sempre com avaliação conjunta de ginecologista e oncologista.


Janela de oportunidade: quando iniciar a terapia de reposição hormonal na menopausa?

Um dos conceitos mais importantes da ciência atual é o da “janela de oportunidade”. Esse termo descreve o período em que a terapia de reposição hormonal na menopausa tende a ter melhor relação entre benefícios e riscos.

De forma geral, considera-se como janela de oportunidade:

  • Início da terapia até 10 anos após a última menstruação.
  • Ou em mulheres com menos de 60 anos.

Nessa fase, o sistema cardiovascular e os demais tecidos ainda respondem de forma mais equilibrada ao estrogênio, e os riscos de eventos como infarto e AVC costumam ser menores do que em mulheres que iniciam a terapia muito tempo depois da menopausa.

Isso não significa que toda mulher precisa começar a terapia de reposição hormonal na menopausa assim que menstruações param. Significa que, para quem tem sintomas moderados ou intensos, sem contraindicações, vale a pena discutir a opção dentro dessa janela.


Terapia de reposição hormonal na menopausa: o que mudou nas diretrizes recentes?

Durante muitos anos, o debate sobre terapia de reposição hormonal na menopausa foi dominado por resultados iniciais do estudo WHI (Women’s Health Initiative), que apontaram aumento de risco cardiovascular e de câncer de mama. Com o tempo, novas análises mostraram que esses riscos variavam muito com a idade e o tempo de menopausa ao iniciar a terapia.

Nos Estados Unidos, o tema ganhou novo destaque com a decisão da FDA (agência regulatória americana) de iniciar a remoção gradual do aviso de “caixa preta” em certos hormônios usados na terapia de reposição hormonal na menopausa. Esse tipo de alerta é reservado para medicamentos com risco importante e, durante anos, reforçou o medo em torno da TRH.

A revisão da FDA reflete o reconhecimento de que, para mulheres mais jovens, na janela de oportunidade e sem contraindicações, a terapia de reposição hormonal na menopausa pode ser segura e benéfica quando acompanhada de perto.

No Brasil, a ANVISA e o Conselho Federal de Medicina vêm discutindo com mais atenção o uso de hormônios, especialmente em formulações manipuladas e implantes de doses altas, que nem sempre têm estudos robustos de segurança e eficácia. De modo geral, as sociedades médicas recomendam dar preferência a produtos com registro, doses bem conhecidas e protocolos alinhados às evidências.


Terapia de reposição hormonal na menopausa é para todas?

Não. A terapia de reposição hormonal na menopausa não é indicada para todas as mulheres. Existem situações em que ela é contraindicada ou exige avaliação extremamente cuidadosa.

Mulheres com histórico de câncer de mama

Para mulheres com histórico de câncer de mama, especialmente tumores hormônio-dependentes, a regra geral é não usar terapia hormonal sistêmica. Nessas situações, o risco de estimular células tumorais remanescentes ou aumentar chance de recidiva costuma ser considerado alto demais.

Em alguns casos de sintomas geniturinários muito intensos (secura vaginal grave, dor intensa nas relações, infecções urinárias recorrentes), pode-se considerar o uso de estrogênio vaginal de baixa dose como parte da terapia de reposição hormonal na menopausa local, mas sempre com:

  • Avaliação conjunta entre ginecologista e oncologista.
  • Discussão transparente sobre riscos e benefícios.
  • Acompanhamento rigoroso.

Outros tipos de câncer ginecológico

Em câncer de endométrio, ovário ou outros tumores ginecológicos, a decisão sobre terapia de reposição hormonal na menopausa é ainda mais individual e depende do tipo de tumor, estádio, tratamento realizado e risco de recidiva. Nesses casos, é essencial que a decisão seja tomada em equipe multiprofissional.

Histórico de trombose, trombofilia e doenças cardiovasculares

Mulheres com histórico de trombose venosa profunda, embolia pulmonar ou trombofilia conhecida precisam de avaliação especializada antes de considerar terapia de reposição hormonal na menopausa. Em muitas situações, a TRH sistêmica é contraindicada; em outras, pode-se discutir estradiol transdérmico com muita cautela.

Doenças cardiovasculares estabelecidas (como infarto prévio, AVC, insuficiência cardíaca) também exigem avaliação criteriosa, pois o risco pode superar os benefícios.

Outras contraindicações importantes

Entre as principais contraindicações à terapia de reposição hormonal na menopausa, destacam-se:

  • Doença hepática grave ativa.
  • Sangramento vaginal sem diagnóstico.
  • Doenças autoimunes de alto risco trombótico, como lúpus com certos anticorpos.

Por isso, a mensagem central é: não existe “pacote pronto”. A indicação precisa ser personalizada.


Alternativas não hormonais para os sintomas da menopausa

Nem todas as mulheres podem, desejam ou se sentem seguras em fazer terapia de reposição hormonal na menopausa. Felizmente, nos últimos anos surgiram opções não hormonais com boa eficácia para alguns sintomas.

Novos medicamentos não hormonais para fogachos

Uma das novidades é o grupo dos antagonistas dos receptores de neurocinina 3, como o fezolinetant, aprovado pela FDA como tratamento não hormonal para fogachos moderados a graves.

Esses medicamentos atuam em vias específicas do cérebro envolvidas na regulação da temperatura corporal. Estudos clínicos mostraram redução significativa da frequência e intensidade das ondas de calor, com perfil de segurança favorável.

No entanto:

  • Ainda não estão amplamente disponíveis em todos os países.
  • Podem ter custo elevado.
  • Exigem seguimento médico e monitorização.

Outras medicações não hormonais

Além dos novos fármacos, já se utilizam há mais tempo, em situações específicas:

  • Antidepressivos ISRS/ISRN em doses baixas (como venlafaxina, escitalopram), que podem reduzir fogachos e ajudar na ansiedade e no humor.
  • Gabapentina, usada originalmente para dor neuropática e convulsões, mas com efeito em sintomas vasomotores em alguns casos.
  • Oxibutinina e clonidina, que também podem ser alternativas pontuais.

Essas medicações não são “menos sérias” que os hormônios: também têm efeitos colaterais, interações e contraindicações. Por isso, seu uso deve ser sempre orientado por profissional de saúde.

Estilo de vida e terapias complementares

Mesmo quando a mulher opta pela terapia de reposição hormonal na menopausa, o estilo de vida continua sendo parte fundamental do cuidado:

  • Manter rotina regular de sono.
  • Praticar atividade física, especialmente exercício aeróbico e treino de força.
  • Cuidar da alimentação, com foco em fibras, proteínas, gorduras boas e redução de ultraprocessados.
  • Avaliar consumo de álcool e tabaco.
  • Investir em manejo de estresse, terapia cognitivo-comportamental, meditação, respiração e redes de apoio.
  • Suplementação Inteligente: Para sintomas leves a moderados, ou como suporte complementar, a suplementação com ingredientes ativos e fitoestrógenos é uma grande aliada.

Neste ponto, a Kefi Saúde e Bem-Estar se posiciona como sua aliada, oferecendo suporte integral. O Balance é uma fórmula desenhada com fosfatidilserina, licopeno e vitaminas que auxiliam no foco, saúde cardiovascular e alívio de fogachos. Já o Sleepy combina melatonina e triptofano para um sono reparador, essencial para reduzir a fadiga e a irritabilidade que acompanham os suores noturnos.

Leia também: Álcool e menopausa: o que a ciência já sabe


Como falar com o médico sobre terapia de reposição hormonal na menopausa

Muitas mulheres chegam à consulta com medo de tocar no assunto ou sentem que suas queixas são minimizadas. Por isso, preparar-se para a conversa pode ajudar.

Leve seu histórico completo

Antes de discutir terapia de reposição hormonal na menopausa, vale organizar:

  • Idade e data aproximada da última menstruação.
  • Sintomas mais incômodos (calorões, insônia, secura vaginal, dor na relação, alterações de humor, etc.).
  • Histórico pessoal de doenças (trombose, câncer, doenças cardíacas, doenças autoimunes, enxaqueca, etc.).
  • Histórico familiar de câncer de mama, trombose e doenças cardiovasculares.

Perguntas para fazer na consulta

Você pode levar um pequeno “roteiro” para ajudar na decisão compartilhada sobre terapia de reposição hormonal na menopausa:

  • Sou uma boa candidata para terapia de reposição hormonal na menopausa?
  • Qual via você recomenda para o meu caso: oral, transdérmica ou apenas vaginal?
  • Qual é o plano de acompanhamento (consultas, exames, tempo previsto de uso)?
  • Quais são os principais sinais de alerta para eu entrar em contato antes da próxima consulta?

Decisão compartilhada e acompanhamento

A decisão sobre terapia de reposição hormonal na menopausa não é definitiva. Em geral, recomenda-se uma reavaliação após alguns meses para ajustar dose, via ou até suspender o tratamento se os riscos passarem a superar os benefícios.

Leia também: Com quantos anos devo começar a me preocupar com a menopausa?


Resumo: quando a terapia de reposição hormonal na menopausa faz sentido?

Para reunir tudo o que vimos até aqui, vale reforçar alguns pontos-chave:

  • A terapia de reposição hormonal na menopausa é o tratamento mais eficaz para fogachos, suores noturnos e síndrome geniturinária, com benefício importante para o sono, o humor e a saúde óssea.
  • Quando iniciada dentro da janela de oportunidade (até 10 anos da última menstruação ou antes dos 60 anos), em mulheres saudáveis e bem avaliadas, a terapia de reposição hormonal na menopausa tende a ter uma relação benefício/risco favorável.
  • Ela não é indicada para todas: histórico de câncer de mama, alguns tipos de câncer ginecológico, trombose, doenças cardiovasculares e outras condições podem contraindicar ou limitar a terapia hormonal.
  • Vias, doses e tipos de hormônios importam. Estradiol transdérmico e progesterona micronizada vêm sendo cada vez mais valorizados pelo perfil de segurança.
  • Existem alternativas não hormonais eficazes, como novos medicamentos para fogachos e ajustes de estilo de vida, que podem ser combinados ou usados de forma independente.

Acima de tudo, a terapia de reposição hormonal na menopausa não deve ser guiada pelo medo nem por promessas milagrosas. Ela é uma ferramenta importante, que precisa ser usada com responsabilidade, informação de qualidade e acompanhamento próximo de profissionais preparados.

Se você se identifica com os sintomas descritos aqui, leve suas dúvidas para a próxima consulta. Perguntar, se informar e participar das decisões é um ato de autocuidado e autonomia sobre o próprio corpo.


Continue sua jornada de informação e autocuidado

Quer seguir aprofundando esse tema e outros aspectos da saúde na menopausa?

  • Explore mais conteúdos no Blog da Menopausa, com artigos sobre sono, saúde emocional, sexualidade, ossos e qualidade de vida.
  • Assine a nossa newsletter para receber novidades, conteúdos educativos e atualizações sobre menopausa diretamente no seu e-mail.
  • Compartilhe este artigo com amigas, irmãs e colegas que também estejam passando por essa fase. Informação de qualidade é uma forma poderosa de cuidado em rede.

Referências selecionadas

  1. The North American Menopause Society (NAMS). The 2022 hormone therapy position statement of The North American Menopause Society. Menopause. 2022.
  2. NAMS. Nonhormone therapy position statement for the management of vasomotor symptoms. Menopause. 2023.
  3. Manson JE et al. Menopausal hormone therapy and long-term all-cause and cause-specific mortality. JAMA. 2017.
  4. Santoro N, Epperson CN, Mathews SB. Menopausal symptoms and their management. Endocrinol Metab Clin North Am. 2015.
  5. Fraser GL et al. Fezolinetant, a neurokinin-3 receptor antagonist, for treatment of menopausal vasomotor symptoms: clinical trial data. Lancet. 2023.
0Shares

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *